Ecossistema Pothência
A IA potencializa.
O humano decide.
Authoria é a escola para líderes que precisam continuar sabendo decidir na era da IA. Formação AI-first, executivo a executivo, sobre decisões reais de alta consequência.
Masterclass · 02 de setembro · 19h · online
No dia 2, nós três sentamos por uma hora para responder o que vem em 2027.
SUPERMIND, tendências de IA para 2027: como agir agora para não perder relevância. Não é aula sobre ferramenta. São três empresários que enfrentam o mesmo desafio que está na sua mesa, cada um por um ângulo, conversando de verdade e respondendo perguntas ao vivo.

Ricardo Villaça
Doutor em computação e executivo de IA, com formação executiva na linhagem do MIT. Sabe onde o modelo acerta, onde ele quebra e o que ele nunca vai saber sozinho.

Fabrizzio Topper
Fundou e vendeu empresa de tecnologia, é conselheiro e professor, e passa o ano dentro de operações reais. Traz a pergunta que separa promessa de resultado.

Luciano Garcia
Empresário desde 1992 e conselheiro, com mais de 5.000 horas em conselhos. Conduz a conversa do lado de quem escuta e traz para o chão o que ficar técnico demais.
Uma hora, ao vivo, sem replay aberto. A inscrição de R$ 197 não é o preço do conteúdo: é o seu compromisso de estar presente.
Garantir minha vaga →O conhecimento deixou de ser o ativo escasso.
A escassez migrou do conhecimento para a autoria: formular a pergunta certa, comandar a máquina, editar o que ela devolve e assinar a decisão.
- Vantagem = saber
- O acesso ao conhecimento era caro
- O líder acumulava respostas
- Vantagem = saber perguntar, julgar e decidir
- O conhecimento virou commodity
- O líder recorta a pergunta e assina
Autoria tem três partes: escolha, julgamento e responsabilidade.
É o que a IA valoriza em vez de substituir.
Escolha
Formular a pergunta certa e definir o que está em jogo. A decisão nasce aí, e não no output da máquina.
Julgamento
Interrogar o que a máquina devolve: onde o dado pode estar errado, o que o modelo não sabe, que viés entrou no caminho.
Responsabilidade
Assinar a escolha e responder pela consequência. É a única parte que não se delega.
O uso de IA cresceu. A capacidade de decidir, não.
Adoção sem critério
A ferramenta entrou em todas as áreas e ninguém consegue nomear qual decisão ficou melhor por causa dela.
Volume sem discernimento
Mais análises, mais rápido, mais material de apoio, e a mesma qualidade de escolha na hora que importa.
Convergência competitiva
Todo concorrente usa o mesmo modelo, com os mesmos comandos, e chega às mesmas respostas. A diferença volta a ser quem decide.
E o fluxo de trabalho de um líder é a decisão. Enquanto a IA não entrar ali, ela produz material, não resultado.
Quando o líder terceiriza o pensamento, a empresa paga a conta.
Velocidade sem discernimento
A organização responde mais rápido a perguntas que ninguém checou se eram as certas.
Produtividade sem diferenciação
Todo mundo produz mais do mesmo, com a mesma máquina, e a vantagem competitiva evapora.
Respostas sem responsabilidade
Quando a recomendação vem da máquina, fica difícil dizer quem assina, e quem aprende com o erro.
Aqui o líder não aprende a usar IA. Aprende a continuar sendo autor.
A produtividade é consequência. A promessa é maior: capacidade de julgamento.
Ferramenta e atalho
- Treinamento de ferramenta
- Biblioteca de comandos
- Atalho de produtividade
Capacidade de decidir
- Formular o problema
- Interrogar a máquina
- Editar o retorno e assinar a decisão
Acesso a conteúdo deixou de ser diferencial. Capacidade de transformá-lo em julgamento, não. É essa capacidade que a escola transfere, e é a única que não expira quando o modelo é atualizado.
O que muda no executivo.
- “Uso IA para responder.”
- “Tenho acesso a mais informação.”
- “Peço análises.”
- “Confio ou desconfio da IA por intuição.”
- “Uso ferramentas.”
- “Uso IA para ampliar minha capacidade de decidir.”
- “Sei formular o problema.”
- “Interrogo e confronto a recomendação.”
- “Sei onde o julgamento humano é indispensável.”
- “Assino a decisão e aprendo com ela.”
O benefício não é fazer mais rápido. É decidir melhor, com menos dependência e mais responsabilidade, e conseguir provar isso na próxima decisão difícil.
Authoria Executive
Formação AI-first para líderes que tomam decisões de alta consequência.
C-level, diretores, conselheiros e sucessores: quem responde pela consequência da decisão, não apenas pela sua execução.
Percurso individual: decisões reais da própria empresa, faculty sênior, IA em uso intensivo, reflexão estruturada e repertório proprietário.
Formular melhores perguntas, usar IA criticamente, reconhecer os limites do modelo, editar recomendações e assumir a decisão.
Método, repertório acumulado, autonomia de julgamento e acesso permanente à comunidade de executivos formados.
Percurso individual, desenhado sobre as decisões que você já tem na mesa. Duração, cadência e investimento definidos na proposta, após o diagnóstico.
Governança e Estratégia na Era da IA
Cinco encontros que instalam uma Arquitetura de Decisão, camada por camada.
Arquitetura de Decisão é o sistema que transforma inteligência em ação. IA só gera valor sustentável quando entra na arquitetura real de decisão da organização, não quando é implementada como ferramenta isolada. O módulo constrói essa capacidade do mindset ao plano de 100 dias.
Mindset
Separar ferramenta de decisão estratégica. IA não começa na ferramenta, começa na decisão que precisa melhorar.
Contexto competitivo
Entender o novo ambiente e o custo invisível de aprender depois. O risco assimétrico entre investir cedo e investir tarde demais.
Vieses e riscos
Corrigir distorções antes que elas escalem. Governar IA é governar poder, responsabilidade e viés.
O papel do estrategista
Reposicionar quem decide: de tomador de decisão a arquiteto do sistema que produz boas respostas.
Playbook e plano de 100 dias
Transformar visão em execução estruturada, rumo à organização SuperMind: humanos e IA ampliando mutuamente suas capacidades.
Os elementos se multiplicam, não se somam. Se qualquer fator for zero, o resultado é zero: dado sem estratégia é custo, e tecnologia sem pessoas é piloto.
Rigor de método e aplicação real, no mesmo lugar.
- Muito rigor · pouca aplicaçãoFormação acadêmicaMuito rigor. Pouca aplicação real.
- Pouco rigor · pouca aplicaçãoConteúdo genéricoMuito conteúdo. Pouco critério.
- Pouco rigor · muita aplicaçãoCursos práticosMuita aplicação. Pouco método.
- Muito rigor · muita aplicaçãoAuthoriaRelevância com rigor
Rigor de método, cicatriz de operação e IA aplicada à decisão real
O rigor não é retórico: a escola roda sobre aprendizagem pela ação (Reg Revans) e o ciclo experiencial de Kolb, a mesma arquitetura pedagógica de Stanford, IE e Ivey.
Uma faculty formada por quem já teve de decidir de verdade.
Não são palestrantes convidados: ensinam, orientam, provocam e participam da experiência.
Conselho e estratégia
Essa decisão sobrevive a uma sabatina de conselho? Quem responde por ela quando o P&L não fecha?
Estratégia de IA, tecnologia e dados
Você sabe o que esse modelo não sabe? Onde o dado pode estar errado, e quem se machuca se estiver?
Mercado e operação
Isso muda o comportamento de um cliente real na segunda-feira, ou muda apenas o seu slide?
Narrativa e cultura
Você consegue fazer mil pessoas entenderem, comprarem e executarem essa decisão?
Repertório não se treina em um modelo. Acumula-se em décadas de operação real.
Some-se a formação executiva em programas do MIT para a América Latina. Hoje a prova é a trajetória de quem ensina. A cada turma, passa a ser também o resultado de quem aprendeu.
Você não compra um curso. Entra em um sistema de aprendizagem contínua.
Programa
O percurso individual sobre decisões reais da sua empresa.
Comunidade
Praxia, o clube de quem já passou pelo programa. Percurso individual, repertório coletivo.
Repertório coletivo
O que um aprende passa a estar disponível para todos os outros.
Alexandria
A plataforma agêntica de conhecimento do ecossistema. Cada ciclo deixa repertório disponível para o próximo.
Authoria desenvolve o líder. Menthoria transforma a organização, quando e se essa for a próxima conversa. As duas nascem da Pothência, a tese que reúne cinco frentes, e é na relação entre elas que a inteligência composta aparece.
A próxima turma
A escola não vende vaga. Recebe aplicações.
O percurso é individual e a turma é pequena por desenho. Quem quer entrar aplica, conversa com a escola e constrói a proposta sobre as decisões que já tem na mesa. A próxima turma abre em setembro.
Turma de setembro · vagas por aplicação · ou comece pela masterclass de 02.09
O primeiro passo da aplicação
Diagnóstico de Autoria Executiva.
Toda aplicação começa aqui: sessenta minutos com a sua liderança. Concreto, e cabe em uma hora.
Onde a sua liderança já está usando IA.
Onde ela está terceirizando julgamento.
Quais decisões deveriam ser aumentadas por IA.
Quais capacidades precisam ser desenvolvidas.